quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Campinas terá 1ª escola do Brasil voltada para público gay

A primeira escola voltada para o público gay do Brasil será instalada em Campinas, no interior de São Paulo, e deve entrar em operação em janeiro de 2010. A nova Escola Jovem LGTB (Lésbicas, Gays, Transexuais e Bissexuais) oferecerá aulas de Expressão Literária, Expressão Cênica e Expressão Artística, além de um curso para formação de drag queens.

A grade curricular engloba tópicos artísticos como dança, música, TV, cinema, teatro e criação de revistas. O objetivo da instituição é fazer circular pelo Estado de São Paulo o material produzido pelos alunos - entre eles, CDs, DVDs, livros, revistas, peças de teatro e espetáculos de drag queens.

A unidade escolar surgiu a partir de um convênio entre a ONG E-Jovem, o governo do Estado de São Paulo e o Ministério da Cultura. Os cursos técnicos são gratuitos e têm duração de três anos.

As inscrições serão abertas em janeiro, ainda sem data prevista. Serão aceitOs prioritariamente interessados com idade entre 12 a 18 anos. Outras faixas de idade serão aceitas se houverem vagas. As inscrições também estão abertas ao público heterossexual.

As aulas terão início em março e, a princípio, devem ser criadas três turmas com 20 alunos cada.

De acordo com Deco Ribeiro, diretor da Escola Jovem LGTB, o contrato de convênio, com validade de três anos, foi assinado no último dia 16 de dezembro. Ainda não há um local definitivo para a sua instalação. "Estamos em uma corrida para acertar tudo até o início das atividades", disse.

Segundo ele, a unidade em Campinas é a primeira do gênero no Brasil e a segunda na América Latina. Nos Estados Unidos existem várias unidades. Ribeiro disse que a intenção também é a de combater a homofobia e colocar em discussão a temática da população gay que, em geral, não é veiculada em currículos de estabelecimentos de ensino tradicional. "Sabemos que muitos alunos deixam de estudar por puro preconceito." Sendo assim, diz ele, a escola dará um suporte no sentido de auto-aceitação do individuo através de cursos voltados às artes. "Os mais conservadores estão de cabelos em pé, já recebemos muitas mensagens nesse sentido como também muitos incentivos de pessoas querendo lecionar ou serem voluntárias. Acho que vai ser muito bom", completou.

Os interessados podem entrar em contato com a direção da escola pelo endereço eletrônico escola@e-jovem.com.

domingo, 20 de dezembro de 2009

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"Papai Noel existe?" Lide com os questionamentos dos filhos

A Fada do Dente, o Coelhinho da Páscoa e Papai Noel têm algum em comum: são criações dos adultos e objetos das crenças infantis. O problema é quando contar que todos esses seres não existem de verdade e não passam de uma invenção dos pais.

“Algumas crianças que acreditam em Papai Noel nunca questionam a existência dele até um evento decisivo dar uma prova inconteste da sua não-existência. Alguns desses eventos acontecem por acaso ou por acidente, outros são intencionais”, afirma o sociólogo Frances Chaput Waksler, autor de “The Little Trials Of Childhood: And Children's Strategies For Dealing With”, trabalho ainda não traduzido ao português.

Estudos nos Estados Unidos apontam que uma parte significativa das crianças descobre a verdade por volta dos sete anos. Metade das crianças pesquisadas entre 8 e 11 anos relataram que ainda acreditavam no bom velhinho.

Waksler aponta que as crianças – embora os adultos acreditem que não – são capazes de coletar evidências e usar a razão para descobrir a verdade. Não é por acaso, que o segredo é descoberto na idade em que estão iniciando o ensino fundamental.


“Como as crianças caçam evidências empíricas e científicas para confirmar ou refutar a existência do Papai Noel? Elas protagonizam todo o processo, consultado outras crianças ou tendo inferências a partir de experiências que elas já tiveram”, comenta o especialista.

Os adultos podem ser parte deste processo, dando pistas verdadeiras e falsas, sempre tomando cuidado para não decepcionar a criança. Algumas ficam bravas, como relata Waksler, ao descobrirem a verdade e uma alternativa para os pais é ficarem tão indignados quanto os filhos. Outra tentativa é uma nova reformulação do Papai Noel: dizer que ele nunca vai morrer no coração do filho e que, de alguma forma, ele existe de verdade – pelo menos na imaginação.

Se os pais estiverem em dúvida se devem incentivar ou não a coleta de provas sobre o Papai Noel, então podem conversar com os pais dos amiguinhos. A criança que acredita pode ficar deslocada em um grupo que não acredita.

“Adultos podem traçar quebra-cabeças sobre algumas ações atribuídas aos Papai Noel. Como, por exemplo, ele consegue entrar em uma chaminé ou que acontece se a pessoa não tem a chaminé?”, fala Waksler. Crer no bom velhinho é saudável para as crianças e o processo de descoberta pode ser mais ainda.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Geisy Arruda faz linha de bonecas

Parece que o caso da garota do vestidinho vermelho durou mais de 15 minutos, agora ela lança até boneca

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Preço das escolas dos filhinhos de papai

Escola Alemã Corcovado : De 1220 a 1429 reais

Escola Suíço-Brasileira : De 1700 a 2900 reais

Liceu Moliere : 1343 reais

Escola Britânica : De 2911 a 3533 reais

Escola Americana (Sasha estuda lá, então já sabem que o ensino não deve ser muito bom /sena) : De 2171 a 4873

Todas as escolas ficam localizadas no Rio de Janeiro

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

9º encontro estadual de DIREITOS HUMANOS

IX ENCONTRO ESTADUAL DE DIREITOS HUMANOS

O DIREITO À EDUCAÇÃO COMO UM DIREITO HUMANO FUNDAMENTAL


09 de dezembro de 2009
Local: Auditório da Reitoria da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) - Cabula
Salvador – Bahia

10 de dezembro de 2009
Local: Auditório das Faculdades Integradas Olga Mettig - Mouraria
Salvador – Bahia

11 de dezembro de 2009
Local: Salão Nobre da Reitoria da Universidade Federal da Bahia (UFBA) - Canela
Salvador – Bahia

Inscreva-se aqui: INSCRIÇÃO

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

domingo, 6 de dezembro de 2009

Para refletir

Operação Salva Boletim

Fatores emocionais prejudicam a aprendizagem formal

Com a chegada do final do bimestre, muitos alunos sofrem com a expectativa da entrega do boletim. Para muitos, um momento de prazer, de mostrar os objetivos atingidos, para outros, um pesadelo, em razão do fracasso escolar, das notas baixas.

Muitas vezes, os pais, sem saberem lidar com a circunstância, acabam castigando seus filhos, piorando ainda mais a situação. Mas a escola deve ter o compromisso de transmitir para esses pais sobre as necessidades da criança ou adolescente, que podem estar passando por problemas emocionais, não conseguindo administrá-los internamente.

Normalmente, os casos de fracasso escolar estão associados a outros fatores que a família não percebe que podem estar prejudicando o aprendizado. Brigas do casal, pouca atenção para o filho, muitas críticas por parte dos pais, irmãozinhos mais novos, enfim, uma série de elementos que podem mexer com a estrutura interna do sujeito, que acaba precisando da ajuda de especialistas.

As primeiras indicações para se salvar o boletim é discutir com a equipe pedagógica da escola sobre quais as maiores dificuldades do aluno, identificando as prioridades para o momento. Verificar se a escola oferece aulas de reforço, plantões de dúvidas e se situar sobre os dias e horários das mesmas.

Pagar aulas particulares será uma excelente forma de ajudar o estudante, que muitas vezes não tem uma rotina própria de estudo, não consegue ser independente, o que também o prejudica. É bom destacar que os vilões das dificuldades são sempre matemática e língua portuguesa, no entanto, outras disciplinas também podem se destacar.

Ficar atento a fatores emocionais é fundamental, pois mesmo que a criança ou o jovem recupere as notas, o problema poderá voltar no semestre seguinte, em virtude da desestruturação interna. O melhor a fazer é encaminhar o aluno para um atendimento psicopedagógico, a fim de se fazer um diagnóstico sobre as dificuldades e limitações do mesmo diante do processo ensino/aprendizagem. Muitas vezes o aluno é compromissado, mas seus métodos de estudo são ineficientes, precisando de orientação.

Noites mal dormidas também podem prejudicar o aprendizado. Jovens e crianças precisam de, no mínimo, nove ou dez horas de descanso por noite. Os problemas de visão também podem prejudicar a aprendizagem e são causas constantes dessas dificuldades. Fazer exames de vista regularmente é fundamental para garantir o estado de saúde do aluno.

Ignorar os problemas e cobrar apenas do estudante não trará bons resultados. Surras e castigos ocasionarão ainda a perda da autoestima, da autoconfiança, piorando a capacidade do estudante em se concentrar e acreditar que vencer é possível.

Dedicar alguns momentos para estudar com a criança ou jovem também será uma forma favorável de demonstrar interesse pelo mesmo, por seus problemas, além de mostrar confiança, gosto em ajudá-lo a superar essa etapa difícil e a melhorar os vínculos afetivos entre pais e filho.

O fundamental é acreditar na capacidade do aluno, incentivando-o a se tornar melhor.

Por Jussara de Barros Graduada em Pedagogia Equipe Brasil Escola

Dicas para lidar com o comportamento agressivo na escola

A família exerce um papel importante na formação da criança, mas o professor também tem função importante quanto a essa. Por isso, a forma com que o professor lida com os conflitos, apresentando, por exemplo, comportamentos agressivos, poderá levar o aluno a repeti-los. A escola por sua vez, sendo um lugar que instrui, não deve tolerar a agressividade excessiva.

Uma postura positiva que o professor poderá adotar diante da conduta agressiva do aluno é a de se aproximar dele, assim estará oferecendo-o a possibilidade de falar sobre seus sentimentos e até mesmo sobre seus atos. Outra medida que também funciona é o teatro de bonecos, representando conflitos do cotidiano da criança. A relação escola-família é de suma importância. Ao conversar com os pais, o professor pode iniciar destacando primeiramente as qualidades do aluno.

Algumas dicas para trabalhar o bom convívio do grupo são: Orientar os alunos a informar quanto à ocorrência de qualquer comportamento agressivo; não estimular a criança a revidar atitudes agressivas com atos violentos; Dialogar com as crianças sobre as noções de certo e errado; proporcionar brincadeiras onde há contato físico.

Por Patrícia Lopes